Conheça a cultura HoodRide

Posted in Artigos with tags on Novembro 12, 2009 by Pedro Rorschach

HoodRide é um carro antigo que foi rebaixado e tem sua pintura original desbotada ou removida. No melhor dos casos, o carro ainda deve ter ferrugem. Latarias trocadas, amassados e partes faltantes melhoram o “look” porque trazem mais personalidade e originalidade. Dirigir um HoodRide é fazer uso de um carro que ninguém gostaria de ter, porque é feio ou totalmente sem manutenção (aparente) e mesmo assim adorar ele. É curtir o seu carro porque você fez ele exatamente da maneira que gostaria e não como os outros gostariam que ele fosse. Um HoodRide é em 90% dos casos um modelo Volkswagen antigo (não necessariamente Fusca).

Nada mais é que um novo estilo de Volkswagen com motores boxer (refrigerados a AR), onde se diferencia pela má conservação da pintura trazendo sempre muitos queimados do sol, ferrugem ate mesmo alguns podres, todos os desgastes pela ação do tempo.
A idéia e manter o carro com o aspecto de que nunca passou por uma reforma ou restauração.

E caracterizando com acessórios da época, ou então personalizando o seu carro você mesmo, usando sua criatividade, bom gosto e bom senso claro. Nada mais prazeroso do que você mesmo trabalhando em algo no seu carro sendo na parte de tapeçaria, na parte mecânica ou então contribuindo para a pintura aparentar mais desgastada, nada que uma lixa ou um removedor de tinta não resolva.

Mesmo em alguns casos parecendo que os carros foram abandonados, toda a parte funcional de veiculo se encontra em perfeito estado, parte de freio, sistema elétrico do veiculo e motor, mas o destaque maior fica por conta da suspensão, onde são feitos os maiores trabalhos e investimentos, fazendo com que o carro ande o mais próximo do chão possível, em alguns casos chegando a tocar no chão, ou melhor, arrastar.

Fonte: Pirituba Fusca Club

Bloodsucking Zombies From OuterSpace – Monster Mutant Boogie

Posted in Videoclipes with tags on Novembro 3, 2009 by Pedro Rorschach

Rat Fink, o gêmeo malvado de Mickey Mouse

Posted in Artigos with tags , on Novembro 3, 2009 by Pedro Rorschach

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Um dos símbolos da cultura Kustom, Rat Fink é um rato verde, de aparência repugnante, olhos avermelhados e bem acima de seu peso. Seu criador, o artista e cartunista Ed “Big Daddy” Roth, acabou por transformá-lo no maior símbolo da cultura Hot Rod. Conta Ed que o ratão surgiu de seu ódio pelo personagem Mickey Mouse.

Rat Fink acabou tornando-se o maior ícone da Kustom Kulture das décadas de 50 e 60, tendo tudo começado quando Big Daddy pintou uma caricatura sua numa blusa. Após Roth, vários outros artistas desenharam o personagem, como R.K. Sloane e Steve Fiorilla.

Nas décadas de 80 e 90, a figura do Rat Fink foi reavivada pelos movimentos grunge e punk de West Coast. No submundo, Fink é uma gíria para informante, isca; ratfink seria uma forma ampliada dessa gíria. Há uma versão que também considera o nome como uma corruptela de ratfucking, gíria para definir trapaças e jogos sujos.

Rat Trucks – Galeria #1

Posted in Fotos de Carros with tags on Novembro 2, 2009 by Pedro Rorschach

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Coal Chamber – Fiend

Posted in Videoclipes with tags on Novembro 2, 2009 by Pedro Rorschach

Rat Rods – Galeria #1

Posted in Fotos de Carros with tags on Novembro 2, 2009 by Pedro Rorschach

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O que é um Rat Rod?

Posted in Artigos with tags , on Novembro 2, 2009 by Pedro Rorschach

O Rat Rod, mais que um estilo de customização, é uma contra-cultura, uma reação ao politicamente correto. Surgiu na década de 70 como uma resposta ao Hot Rod, um estilo que transformava carros antigos em belíssimas máquinas com pinturas especiais, motores cromados e interiores de luxo. No Rat Rod, não há preocupação com o belo, mas com uma estética mais trash, meio Mad Max, onde potência e funcionalidade são os únicos pontos importantes.

Os carros preferidos são os modelos das décadas de 20, 30 e 40. Quanto mais deteriorados, melhor! Durante a transformação, várias peças são removidas, como paralamas, capôs, retrovisores e parachoques. Resta somente o necessário. Muitas vezes, o chassi também é recortado para rebaixar o carro.

Nada de pinturas estilizadas que mudam de acordo com a luz ou decalques em formato de chamas e faixas decorativas. Ao invés disso, muita ferrugem, restos de pinturas anteriores, rasgos e amassados. A mesma despreocupação com os interiores, onde não se vê muito luxo nos bancos ou nos painéis.

Porém, o cuidado é redobrado na hora de encaixar o novo motor. Aqui, há preferência pelos poderosos V8, que normalmente ficam à mostra na dianteira do carro. São responsáveis por metade do volume do Rat Rod e seus longos escapamentos rugem alto, exibindo a potência de seus oito cilindros. Alguns possuem belíssimos acabamentos, contrastando com a estética do Rat, enquanto outros parecem ter surgido de alguma sucata entregue à poeira, em formatos confusos, como se fossem alguma máquina industrial abandonada que acabara de encontrar nova utilidade.

Itens como câmbio, transmissão, embreagens e outros componentes mecânicos costumam vir de outros carros, inclusive modelos modernos. As rodas traseiras quase sempre são largas e maiores, uma vez que a maioria desses modelos possuem tração nelas. Tradicionalmente com faixas brancas e aspecto retro, mas aros esportivos modernos também podem ser usados.

Construir um Rat Rod consome tempo, dinheiro e muito talento. Há quem critique a estética e a segurança dessa idéia. Porém, uma coisa é certa: é preciso muita atitude para dirigir um desses. Aliás, ao encontrar com um, não o julgue pela aparência; a sucata ao seu lado provavelmente lhe deixaria comendo poeira se assim quisesse.

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